
Óleo em TCM
TCM = triglicerídeos de cadeia média
Óleo do coco. Gotas sob a língua.
- Via
- sublingual
- Linha
- Formulados
- Gotas
- 50 por mL
As quatro formas, o que vem além do CBD e como ler o laudo.
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O kit chega por e-mail, com o Guia completo, que traz segurança e interações. O acesso abre a área com a tabela da linha, os laudos de cada lote e o que não cabe aqui: veículo e absorção.
O que a OG procura num produtor, antes do laboratório. Hoje, na fazenda da East Fork Cultivars.

Sementes de cultivares próprias, separadas e etiquetadas por lote. Cultivares classificadas por quimiotipo.
Segundo as revisões, a proporção entre os canabinoides vem da genética, e o ambiente muda a quantidade, quase nada da proporção. Por isso as diretrizes pedem semente identificada e rastreável até a origem.
Pertwee (org.), Handbook of Cannabis, 2014, p. 124 e 128 a 130; American Herbal Pharmacopoeia, Cannabis Inflorescence, 2014, p. 20, 26 e 28; EMA, diretriz de boas práticas agrícolas e de coleta (GACP), 2025, p. 8.

Germinação em estufa. Toda genética que chega de fora passa por quarentena e teste de viroide (HpLVd).
Muda que vem de outro viveiro pode trazer praga junto, um risco bem conhecido de quem cultiva.
Stoa, Craft Weed, 2018, cap. 5 (relato de cultivadores).

Solo nativo, a céu aberto, com análise de fertilidade toda primavera. A adubação segue o resultado de cada talhão, só com insumos listados pela OMRI. No inverno, os talos da colheita viram biocarvão (biochar), que volta à terra na primavera para abrigar os microrganismos do solo e reter água.
Na agronomia de solo, a terra cultivada perde matéria orgânica e precisa de manejo periódico. Na análise de março de 2026, os dois campos tinham 4,7% e 5,1% de matéria orgânica, de média a alta na escala do laboratório, e pH entre 6,3 e 6,8.
Primavesi, Manejo ecológico do solo, p. 122 e 140 a 141 da edição digital; A&L Western Laboratories, análise de fertilidade 145710, 4 de março de 2026.

Colheita manual. Primeiro as pontas, depois uma segunda passada para as flores menores.
Segundo uma revisão, o teor de canabinoides varia bastante dentro de uma mesma planta, e a diretriz da OMS pede que o ponto de colheita seja escolhido pela qualidade, não pelo volume.
Pertwee 2014, p. 100; OMS, diretriz de boas práticas agrícolas e de coleta (GACP), 2003, p. 11.

Os galhos secam pendurados, devagar, em sala escura, com temperatura controlada, ar sempre circulando e umidade perto de 65%, porque secar rápido demais leva parte dos terpenos para o ar. Depois a flor cura em sacos de seis camadas, e a umidade que resta no centro de cada flor se espalha por igual.
Os terpenos evaporam com facilidade. Num estudo de laboratório com uma única planta, o óleo essencial caiu 31% depois de uma semana de secagem ao ar, sem controle de ambiente, e os monoterpenos foram os primeiros a sair. Secar mal também abre caminho para o mofo. Por isso a secagem aqui é lenta, no escuro e com umidade controlada.
Ross e ElSohly, Journal of Natural Products, 1996, p. 1 a 3 (uma planta, sem repetição); American Herbal Pharmacopoeia 2014, p. 30.

Trabalho com luvas e procedimentos padronizados. Cada lote seco é pesado, embalado e etiquetado.
Segue o que recomendam as diretrizes de boas práticas agrícolas e de coleta (GACP) da OMS e da agência europeia de medicamentos: procedimento escrito, lote identificado desde cedo e rótulo ligado ao laudo.
OMS 2003, p. 23 e 26; EMA 2025, p. 6 a 8.

Vistoria de pragas ao microscópio em todas as fases do cultivo.
Ao ar livre a planta é relativamente resistente a pragas, mas a estação traz o risco do mofo cinzento (Botrytis), que, segundo uma revisão com relatos de cultivadores, costuma levar 20% da colheita ou mais. Achar cedo permite agir com o mínimo de intervenção.
American Herbal Pharmacopoeia 2014, p. 21; Clarke e Merlin, Cannabis: Evolution and Ethnobotany, 2013, p. 321; OMS 2003, p. 11; EMA 2025, p. 6 e 10.
Um laudo vale pelo método do laboratório e por uma amostra que represente o lote inteiro, como recomenda a Farmacopeia Herbal Americana.
American Herbal Pharmacopoeia 2014, p. 41 e 42.
O veículo muda a via. O canabinoide é o mesmo.
Dois óleos, um hidrossolúvel e um tópico. A forma decide como o extrato chega ao paciente.

TCM = triglicerídeos de cadeia média
Óleo do coco. Gotas sob a língua.

TCL = triglicerídeos de cadeia longa
Óleo do abacate. Gotas engolidas.

CBD em nanoemulsão. Mistura na água ou em qualquer bebida, sem óleo.

Pomada e creme, aplicados na pele. Uso local.
Compostos que a planta faz em pouca quantidade, concentrados.
Cada um aparece no laudo do lote, com o seu número.
Na planta, nasce como CBGA, a molécula de onde saem os outros canabinoides.
Pouco estudado. A OG não atribui efeito a ele.
O CBD como a planta o produz, antes do calor.
Aparece quando o THC envelhece e oxida.
A evidência sobre os menores é sobretudo pré-clínica. A planta foi pouco estudada durante a proibição.
CBN alto no laudo: o relógio do extratoCada número diz uma coisa. Toque numa nota para ver onde ela está.
Laudo real de um lote, redesenhado pela OG. O original do laboratório abre inteiro.
| Canabinoide | mg/g | % |
|---|---|---|
| THCa | <LOQ | <LOQ |
| Δ9-THC | 1,26 | 0,126 |
| CBDa | <LOQ | <LOQ |
| CBD | 40,40 | 4,04 |
| CBDV | 1,33 | 0,133 |
| CBC | 1,51 | 0,151 |
| CBG | 0,98 | 0,098 |
| CBN | <LOQ | <LOQ |
| THC total | 1,26 | 0,126 |
| Total | 45,40 | 4,54 |
Toque em cada nota para ver onde ela está no laudo.
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Laudo original · lote EFCT39BO0425 · 6 páginas
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